Na quarta-feira de ontem (09/05), ocorreu a última aula da
formação de Direitos Humanos que o GAPA-BA deu início na terça-feira do dia
10/04. Confira o depoimento de dois dos jovens da Rede Conexão Jovem que participaram da
formação clicando em “Leia a matéria completa”.
Patrick Piriz, 19 - Embora seja cumpridor dos meus deveres e tendo um pouco de conhecimento nesse assunto, pude no decorrer da capacitação aperfeiçoar os meus conhecimentos em Direitos Humanos e ao mesmo tempo me surpreender com assuntos que eu nem tinha conhecimento que estavam nesse contexto.
A formação me deu a possibilidade de ver um mundo de outra
forma e que tudo que está ao meu redor implica de uma forma direta nos Direitos
Humanos. É muito bom você saber que você é cidadão de direitos e que merece
respeito como qualquer cidadão, sem levar em conta a cor, cultura, etnia, classe
social e etc.
E por ser um dos jovens participando da formação, me senti no direito de aprender para poder multiplicar para outros jovens de meu convívio. Porque a sociedade quando trata de juventude associa logo a violência, drogas, imaturidade, desconhecedor de deveres - a mesma coisa de só pensar ''é meu direito'' - isso é a forma que a sociedade vê os jovens. E nesse mesmo pensamento venho através da RCJ tentando quebrar esse tabu e mostrar que o jovem tem outras faces para mostrar.
Melissa Santos, 17 - As pessoas a minha volta quase nunca tocam no assunto, ao menos quando ouvem ou leem alguma manchete sensacionalista nos noticiários. É que falar sobre Direitos Humanos, num sentido mais aprofundado, ainda não é uma coisa assim tão comum. Isso é o pouco do que percebo dos ambientes em que convivo, principalmente o ambiente escolar que é onde a discussão do assunto deveria ser levada realmente a sério. Os jovens conhecem pouco sobre Direitos Humanos não é à toa. A maioria de nós está acostumada a se conformar com a violação de nossos direitos, a aceitar e simplesmente cruzar os braços.
Nesta formação, pudemos nos familiarizar com a temática e discutir como ela pode ser devidamente aplicada na nossa vida cotidiana, muitas vezes através de posturas e atitudes simples. Pudemos também esclarecer maioria de nossas dúvidas sobre temas abrangentes como Criminalização, Estigma e Preconceito, Controle Social, Políticas Públicas e muitos outros.
Particularmente, comecei a analisar situações do meu dia-a-dia por uma nova ótica. É como se libertar do tão confortável 'comodismo' e assumir a postura de cidadã que é minha por direito, a postura não só de cidadã, mas também de agente multiplicadora de Direitos Humanos.
Nesta formação, pudemos nos familiarizar com a temática e discutir como ela pode ser devidamente aplicada na nossa vida cotidiana, muitas vezes através de posturas e atitudes simples. Pudemos também esclarecer maioria de nossas dúvidas sobre temas abrangentes como Criminalização, Estigma e Preconceito, Controle Social, Políticas Públicas e muitos outros.
Particularmente, comecei a analisar situações do meu dia-a-dia por uma nova ótica. É como se libertar do tão confortável 'comodismo' e assumir a postura de cidadã que é minha por direito, a postura não só de cidadã, mas também de agente multiplicadora de Direitos Humanos.
